“Os nossos produtores e empresários agrícolas sabem que, no fim do dia, têm hoje mais rendimento do que tinham com os governos do PS”, afirmou o parlamentar, rejeitando as críticas socialistas e garantindo que “é falso que o Governo da Coligação não pague aos agricultores”.
O deputado recordou que o Executivo aumentou em 10% os apoios à manutenção da atividade agrícola e que “devolveu os cortes de 24 milhões de euros” que, segundo disse, os governos do PS aplicaram nos programas POSEI e PRORURAL+.
Chaves apontou ainda que, em 2020, “quando os agricultores mais precisavam de apoio devido à pandemia, o Governo socialista cortou em 30% as indemnizações compensatórias”, frisando que o atual Executivo “acabou com o teto anual do gasóleo agrícola” e criou medidas extraordinárias, como o apoio às sementes, que “foram sempre rejeitadas pelos governos do PS”.
O parlamentar acusou ainda os socialistas na República de não terem pago 21,3 milhões de euros de ajudas extraordinárias aos agricultores açorianos na sequência da subida de preços provocada pela guerra na Ucrânia.
“Os açorianos, e em particular os agricultores, estarão sempre em primeiro lugar para o PSD/Açores e para o Governo da Coligação, ao contrário do que fez o Partido Socialista”, declarou.
Segundo Paulo Chaves, reivindicações antigas da Federação Agrícola dos Açores, “negadas pelos governos socialistas”, foram concretizadas pelo atual Executivo, como o fim dos rateios, o fim do teto do gasóleo agrícola e o apoio às sementes de milho.
MTop | Foto: PSD-A
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