Segundo o partido, continuam a chegar denúncias de famílias que, apesar de trabalharem e descontarem, não conseguem lugar para os filhos, sendo forçadas a reduzir horários ou até a abandonar os seus empregos.
O líder parlamentar, José Pacheco, classifica a situação como uma “enorme injustiça social“ e critica o que chama de “desnorte“ do Governo Regional. O deputado recorda que a Assembleia Legislativa já aprovou uma resolução para dar prioridade de admissão a crianças com pais trabalhadores, mas alega que, na prática, estas famílias continuam a ser “empurradas para o fim da fila“.
No requerimento agora enviado, o CHEGA exige saber os critérios atuais de atribuição de vagas, o número de crianças em lista de espera e o investimento previsto para aumentar a capacidade de resposta das instituições. José Pacheco conclui que não basta fazer “propaganda com creches gratuitas“ enquanto os pais trabalhadores continuam sem respostas concretas, prejudicando o combate ao problema demográfico da região.
MTop | Foto: Chega-A
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