Em causa estão relatos de falhas graves ocorridas no passado domingo, dia 10 de maio, com utentes a reportarem tempos de espera superiores a 30 minutos sem qualquer atendimento.
O partido sublinha que a Linha de Saúde deveria funcionar como a primeira resposta e triagem clínica da região, evitando o congestionamento das urgências hospitalares. Segundo o líder parlamentar do CHEGA, José Pacheco, a ausência de resposta telefónica gera insegurança nos doentes e agrava o caos nos hospitais, considerando “inaceitável“ que o serviço falhe num momento de maior procura.
No requerimento, o CHEGA exige saber o número de chamadas que ficaram sem resposta, os tempos máximos de espera e o número de profissionais escalados para o turno de domingo. José Pacheco critica o que classifica como um “cenário de desnorte“ na saúde regional, acusando o Governo de perder o controlo do sistema e de falhar na prestação de cuidados básicos aos açorianos.
MTop | Foto: Chega-A
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