Para o Conselho Médico da Secção Regional, a intervenção no maior hospital do arquipélago, após o incêndio de maio de 2024, não pode ser vista como uma mera reparação, mas sim como uma obrigação técnica e ética para com os doentes.
O organismo manifestou preocupação com o que classifica de “desinformação e instrumentalização política“ em torno do projeto de reabilitação. A Ordem sublinha que a modernização do hospital de Ponta Delgada não deve ser reduzida a disputas partidárias ou a rivalidades entre ilhas, reforçando que investir na qualificação desta unidade não significa diminuir a importância de outras infraestruturas de saúde na região.
Recorde-se que a Comissão de Análise do Plano Funcional para o novo HDES já propôs que a infraestrutura requalificada tenha uma área clínica ampliada e uma capacidade para 600 camas. Para os médicos, esta atualização é fundamental para corrigir fragilidades estruturais antigas e adaptar o hospital às exigências da medicina do século XXI.
MTop | Foto: HDES
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