Em declarações à nossa redação, o dirigente regional José Pacheco classificou como “injusto e imoral” que os trabalhadores açorianos tenham de cumprir a mesma idade de reforma que os do continente, “quando usufruem de menos anos de vida saudável”.
O CHEGA Açores reafirma, no entanto, que é urgente avançar com medidas mais concretas para “corrigir esta desigualdade” e garantir que os açorianos possam reformar-se mais cedo, em condições de maior justiça social.
Recorde-se que, em março, o Parlamento dos Açores aprovou uma anteproposta de lei do Governo Regional que prevê a adaptação do regime de acesso à pensão, reduzindo a idade de reforma dos açorianos para 64 anos e três meses.
MTop | Foto: Chega-A
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